Medicamentos de alto custo
Negativas de terapias oncológicas, imunobiológicos e drogas off-label.

Conhecemos a estratégia das operadoras por dentro e atuamos para garantir o seu direito ao tratamento, medicamento ou procedimento necessário.

Quando o plano diz não
Operadoras negam tratamentos essenciais todos os dias — muitas vezes de forma abusiva. Conhecer os limites contratuais e legais faz toda a diferença.
Casos que mais atendemos
Negativas de terapias oncológicas, imunobiológicos e drogas off-label.
Recusas em cirurgias, próteses, órteses e materiais especiais.
Limitação indevida de sessões de ABA, fonoaudiologia e terapia ocupacional.
Recusa de atendimento domiciliar indicado pelo médico assistente.
Aumentos desproporcionais em contratos individuais e coletivos.
Interpretações restritivas de rol de procedimentos e carências.

O diferencial Garcia Almeida & Cintra
Antes de defender beneficiários, atuamos por anos representando operadoras de saúde. Sabemos exatamente como elas constroem suas negativas, quais argumentos utilizam e onde estão as falhas. Hoje, aplicamos esse conhecimento a favor de quem precisa realmente do tratamento.
Antecipação das teses defensivas das operadoras
Estratégia jurídica sob medida para cada caso
Ações de urgência quando o tempo é crítico
Quem costuma nos procurar
Nosso trabalho começa quando alguém precisa de resposta rápida e clara para uma situação que envolve saúde, tempo e família.
01Que enfrentam limitação de terapias essenciais para o desenvolvimento.
02Que precisam de medicamentos, cirurgias ou tratamentos negados.
03Que buscam home care, internações e cuidados continuados.
04Que viram sua mensalidade aumentar de forma desproporcional.
O que a legislação garante
Lei 14.454/2022
Rol da ANS passa a ser exemplificativo — cobertura para tratamentos fora da lista.
Tema 1.365 STJ
Terapias para o Transtorno do Espectro Autista devem ser custeadas sem limitação de sessões.
Tema 1.069 STJ
Cobertura de medicamentos de uso domiciliar ligados ao tratamento oncológico.
Tema 952 STJ
Limites e critérios para reajuste por faixa etária em contratos de plano de saúde.
Jurisprudência STJ
Consolidação sobre reajustes abusivos em contratos individuais e coletivos.
Como funciona o atendimento
Conversamos para entender o contexto e a urgência da situação.
Analisamos negativa, contrato, laudos e prescrições médicas.
Traçamos a linha jurídica mais eficiente para o seu caso.
Ingressamos com pedido — com tutela de urgência quando cabível.
Você é informado a cada etapa do processo, com clareza.

Sobre o escritório
Especialização em saúde suplementar, com quase uma década de experiência acumulada em conflitos envolvendo planos de saúde — inicialmente ao lado das operadoras, hoje na defesa dos beneficiários.
Atuação nacional, atendimento próximo e uma leitura estratégica de cada caso. Trabalhamos com discrição, precisão e senso de urgência quando a saúde não pode esperar.
Perguntas frequentes
Sim. Sempre que houver negativa indevida de cobertura, reajuste abusivo ou descumprimento contratual, o beneficiário pode buscar a via judicial para garantir seus direitos.
Não. A ação é ajuizada com o contrato ativo — inclusive porque o objetivo é justamente garantir a cobertura devida pelo plano.
Depende da complexidade e do juízo, mas em casos de urgência é possível obter decisão liminar em poucos dias, garantindo o tratamento imediatamente.
Sim. Quando há risco à saúde, pedimos tutela de urgência para que o tratamento, medicamento ou procedimento seja autorizado antes mesmo do julgamento final.
A prescrição médica é soberana quanto à indicação clínica. Negativas baseadas apenas em critérios contratuais restritivos são, em muitos casos, consideradas abusivas.

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